Never was. (pt. quatro)
bêm, na verdade eu jamaiis pretendii' fazêr um tiipo de "sériie" qd' escrevii' aa 1a pt.
ms as ideiias viieram...& eu não pudê deiishar de escrevê-las... (:
lá vaii':
Never was (parte quatro)
Desejei boa noite aos meus pais e minha irmã que ainda estavam na sala de minha casa e fui me deitar.
Não era nada comum que eu fosse dormir antes de todos. Porém, mesmo tendo se passado quase um mês desde qe eu o vira pela última vez, a lembrança de seu rosto ainda me assombrava. Depois daquele momento fiquei mais reservada e quieta, preferindo dormir cedo á ficar conversando.
Coloquei meu pijama e deitei em minha cama. Toda noite era uma nova luta. Sempre que meus olhos se fechavameu via novamente o rosto dele, com exatamente a mesma expressão que vira em da última vez.
Até hoje não sei lhe explicar o porquê, mas ver aquele rosto me deixava apavorada. Acho que era algo em seus olhos... algo me fez achar que ele estava tentando pedir ajuda e proteger alguma coisa ao mesmo tempo...
Mas, se ele queria ajuda, por quê não havia pedido? - Porém, sempre que eu tinha esse pensamento, ele era, sempre, seguido por outro. - E se ele estivesse tentando pedir ajuda para mim?
Eu estava exausta. Haviam semanas em que eu não dormia bem. Eu precisava parar de pensar nele e descançar.
Foi, então, que ouvi uma voz bem baixa... uma voz que eu jamais ouvira antes.
Ignorei-a, virei em minha cama e fechei meus olhos.
De repente, me vi em algum tipo de construção muito antiga... estava muito escuro, já devia passarda meia-noite... e a lua, cheia, brilhava como nunca. Senti o impulso de começar a andar. Parecia que eu estava procurando algo... mas o quê?
Entrei em um corredor escuro que, ao fim dele, dava para uma porta de madeira muito escura. Hesitei por alguns segundos, então á abri.
Não tive muita certeza do que estava vendo... só me lembro de que ele estava lá... mas haviam mais pessoas... Porém não pude vê-las. Elas estavam escondidas nas sombras.
Ele começou a se aproximar de mim. Então ouvi um uivo conhecido e desviei o olhar para o lugar de origem do som, então, neste mesmo instante, mãos apareceram segurando ele e puxando-o para longe... para as sombras...
Abri meus olhos totalmente desesperada e suando frio. Olhei no relógio, já passava das três da madrugada.
Sentei em minha cama, as costas encostadas na parede. O que estava acontecendo comigo? Tudo a minha volta girava no escuro de meu quarto, eu estava começando a ficar enjoada... Coloquei minha cabeça entre meus joelhos (isso sempre me ajudava) e tentei controlar minha respiração que, só então, percebi que estava muito acelerada. Me mantive assim por alguns minutos,
Porém, ouvi, novamente, aquela voz. Mas, desta vez, ela era alta e parecia qe vinha do meu lado... como se falassem em meu ouvido. Agora a voz dizia meu nome... Era uma voz masculina, suave, macia e levemente rouca e, nela, havia um tom de angústia.
Levantei, assustada, minha cabeça rápido demais, ficando tonta. Ele estava lá, sentado ao meu lado. Em seus lábios havia um sorriso sarcástico e seus olhos estavam pretos e com angústia muito bem escondida.
Seus lábios começaram a se meovimentar.
- Foi só um pesadelo - ele disse.
Porém pude ver por um pequeno instante uma contradição em seus olhos.
Ficamos nos olhando por algum tempo... Então, hesitante, estiquei meu braço e toquei sua mão repousada em minha cama. Me assustei um pouco. Sua pele era extremamente gélida... e parecei muito forte e resistente, porém, era macia e delicada.
Paracia que ele havia achado minha reação engraçada. Sorri, pensando no quanto devia estar sendo tola.
Porém, ele ficou sério e desvio seu olhar do meu. Então, passei minha mão em seu rosto e ele sorrio. E, desta vez, era o sorriso torto mais perfeito que poderia existir. Foi impossível não retribuir ao sorriso dele.
Nossa proximidade naquele momento era tão incrível, tão impossível...
Peguei sua mão entre as minhas. Ela era tão fria, tão perfeita... Mas algo aconteceu. Sua expressão mudou completamente. Ele parecia angútiado, preocupado e com dor. Ele aproximou sua boca do meu ouvido e sussurrou:
- É perigoso demais. Podemos machucá-la. - e, então, sumio.
Fiquei totalmente paralizada em minha cama. Ele havia ido embora... e o que ele qeria dizer com "podemos machucá-la"? Ele havia tido "podemos"... então... quem eram os outros? haviam realmente outros?
Deitei em minha cama, novamente tonta. O que estava acontecendo?
Me assustei ao ouvir o despertador de meu celular começar a tocar... "I'm holding on your rope, got me ten feet off..."
Era hora de ir para escola.
e aê galera, oo qe vsês asharam?? *-*'
bgdão por tudo!
amo vsês dms!
aaaaaa², antes qe eu me esqeça, a músiica qe começa aa tocar no despertador é "Apologize" :D
mts bgs, ;*
ms as ideiias viieram...& eu não pudê deiishar de escrevê-las... (:
lá vaii':
Never was (parte quatro)
Desejei boa noite aos meus pais e minha irmã que ainda estavam na sala de minha casa e fui me deitar.
Não era nada comum que eu fosse dormir antes de todos. Porém, mesmo tendo se passado quase um mês desde qe eu o vira pela última vez, a lembrança de seu rosto ainda me assombrava. Depois daquele momento fiquei mais reservada e quieta, preferindo dormir cedo á ficar conversando.
Coloquei meu pijama e deitei em minha cama. Toda noite era uma nova luta. Sempre que meus olhos se fechavameu via novamente o rosto dele, com exatamente a mesma expressão que vira em da última vez.
Até hoje não sei lhe explicar o porquê, mas ver aquele rosto me deixava apavorada. Acho que era algo em seus olhos... algo me fez achar que ele estava tentando pedir ajuda e proteger alguma coisa ao mesmo tempo...
Mas, se ele queria ajuda, por quê não havia pedido? - Porém, sempre que eu tinha esse pensamento, ele era, sempre, seguido por outro. - E se ele estivesse tentando pedir ajuda para mim?
Eu estava exausta. Haviam semanas em que eu não dormia bem. Eu precisava parar de pensar nele e descançar.
Foi, então, que ouvi uma voz bem baixa... uma voz que eu jamais ouvira antes.
Ignorei-a, virei em minha cama e fechei meus olhos.
De repente, me vi em algum tipo de construção muito antiga... estava muito escuro, já devia passarda meia-noite... e a lua, cheia, brilhava como nunca. Senti o impulso de começar a andar. Parecia que eu estava procurando algo... mas o quê?
Entrei em um corredor escuro que, ao fim dele, dava para uma porta de madeira muito escura. Hesitei por alguns segundos, então á abri.
Não tive muita certeza do que estava vendo... só me lembro de que ele estava lá... mas haviam mais pessoas... Porém não pude vê-las. Elas estavam escondidas nas sombras.
Ele começou a se aproximar de mim. Então ouvi um uivo conhecido e desviei o olhar para o lugar de origem do som, então, neste mesmo instante, mãos apareceram segurando ele e puxando-o para longe... para as sombras...
Abri meus olhos totalmente desesperada e suando frio. Olhei no relógio, já passava das três da madrugada.
Sentei em minha cama, as costas encostadas na parede. O que estava acontecendo comigo? Tudo a minha volta girava no escuro de meu quarto, eu estava começando a ficar enjoada... Coloquei minha cabeça entre meus joelhos (isso sempre me ajudava) e tentei controlar minha respiração que, só então, percebi que estava muito acelerada. Me mantive assim por alguns minutos,
Porém, ouvi, novamente, aquela voz. Mas, desta vez, ela era alta e parecia qe vinha do meu lado... como se falassem em meu ouvido. Agora a voz dizia meu nome... Era uma voz masculina, suave, macia e levemente rouca e, nela, havia um tom de angústia.
Levantei, assustada, minha cabeça rápido demais, ficando tonta. Ele estava lá, sentado ao meu lado. Em seus lábios havia um sorriso sarcástico e seus olhos estavam pretos e com angústia muito bem escondida.
Seus lábios começaram a se meovimentar.
- Foi só um pesadelo - ele disse.
Porém pude ver por um pequeno instante uma contradição em seus olhos.
Ficamos nos olhando por algum tempo... Então, hesitante, estiquei meu braço e toquei sua mão repousada em minha cama. Me assustei um pouco. Sua pele era extremamente gélida... e parecei muito forte e resistente, porém, era macia e delicada.
Paracia que ele havia achado minha reação engraçada. Sorri, pensando no quanto devia estar sendo tola.
Porém, ele ficou sério e desvio seu olhar do meu. Então, passei minha mão em seu rosto e ele sorrio. E, desta vez, era o sorriso torto mais perfeito que poderia existir. Foi impossível não retribuir ao sorriso dele.
Nossa proximidade naquele momento era tão incrível, tão impossível...
Peguei sua mão entre as minhas. Ela era tão fria, tão perfeita... Mas algo aconteceu. Sua expressão mudou completamente. Ele parecia angútiado, preocupado e com dor. Ele aproximou sua boca do meu ouvido e sussurrou:
- É perigoso demais. Podemos machucá-la. - e, então, sumio.
Fiquei totalmente paralizada em minha cama. Ele havia ido embora... e o que ele qeria dizer com "podemos machucá-la"? Ele havia tido "podemos"... então... quem eram os outros? haviam realmente outros?
Deitei em minha cama, novamente tonta. O que estava acontecendo?
Me assustei ao ouvir o despertador de meu celular começar a tocar... "I'm holding on your rope, got me ten feet off..."
Era hora de ir para escola.
e aê galera, oo qe vsês asharam?? *-*'
bgdão por tudo!
amo vsês dms!
aaaaaa², antes qe eu me esqeça, a músiica qe começa aa tocar no despertador é "Apologize" :D
mts bgs, ;*

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